11 de dezembro de 2017

A Pequena Livraria dos Corações Solitários - Annie Dariling

Olá meus amigos e amigas, hoje a resenha é do livro A Pequena Livraria dos Corações Solitários. Devido às postagens positivas em relação ao livro, fiquei curiosa para lê-lo e escolhi para o Desafio Livros & Fuxicos. Posso dizer que gostei muito da escrita da autora. Esse é o primeiro livro dessa série com oito livros. Esperando pelos próximos. Com esse livro risquei da minha lista a opção Chick Lits com várias cores na capa.



Título: A Pequena Livraria dos Corações Solitários

Autor do livro: Annie Darling

Editora: Verus

Nº de páginas: 305

Quando vi a capa do livro, o que mais chamou a minha atenção foi...
Uma casa toda colorida.

O livro é sobre...
Uma história sobre livros.

Eu escolhi esse livro porque...
Faz parte do desafio Chick Lits que estou participando.

A leitura foi...
Muito interessante.

O trecho do livro que merece destaque:
“Sebastian saiu andando e deixou Piers para trás. Virou-se quando chegou à entrada da vila e olhou na direção da livraria, seus olhos e procurando e encontrando Posy em seu lugar atrás da vitrine. Ele ergueu a mão, fez uma saudação exagerada e foi embora”. – pág. 79.

“Posy passou as horas seguintes com medo de que Sebastian pudesse esquecer Sam no banco traseiro de um táxi ou o abandonar assim que uma loira atraente atravessasse o caminho. Mesmo assim, conseguiu completar pelo menos dez tarefas de sua lista de coisas a fazer para o relançamento, ainda que houvesse mais umas cem, mas ouvir Sebastian falar de livraria deles, quando era a livraria dela, a estimulara a agir”. – pág. 151.

A nota que eu dou para o livro:
3 – Gostei muito
 
Sobre a autora: Annie Darling mora em Londres em um pequeno apartamento, que está cheio de costuras com pequenas pilhas de livros.
Suas duas maiores paixões na vida são romances de romance e o Sr. Mackenzie, seu gato britânico Shorthair. A Little Bookshop de Lonely Hearts é sua primeira novela.

6 de dezembro de 2017

As Misses do Ano de 1967

Olá meus queridos amigos e amigas, como estão todos vocês? Estamos nos aproximando do final do ano e parece que os dias estão passando cada vez mais rápido. A impressão que tenho que as 24 horas do dia não estão dando conta de tantas coisas. Mas fora isso, vamos que vamos. Ainda dá tempo de comemorarmos o cinquentenário das misses eleitas no ano da graça de 1967.

4 de dezembro de 2017

Alexandre Dumas (pai) - Biografia


O escritor francês consagrado como Alexandre Dumas nasceu em 24 de julho de 1802, em Villers-Cotterês, no território de Aisne, com o nome de Dumas Davy de la Pailleterie. Ele era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma negra, não se sabe se escrava ou liberta, e filho do famoso General Alexandre Davy de la Pailleterie Dumas, membro das forças napoleônicas. Ele se tornou conhecido por seus livros do gênero capa e espada, estilo nascido em solo espanhol no século XVII, inspirado nos romances utópicos e nas desilusões amorosas. Órfão de pai, ele segue para Paris, cidade na qual passa a criar peças teatrais e a publicar artigos em veículos da mídia. Com Henrique III e sua corte, apresentada pela Comédie Française, em 1829, ele atinge grande êxito junto ao público. Um ano depois ele leva aos palcos sua segunda obra dramatúrgica, Christine, também um sucesso. Seguindo por esse caminho o autor obtém liberdade financeira suficiente para se dedicar integralmente à literatura. Alexandre continua a produzir peças teatrais - Napoleão Bonaparte e Antony, ambas lançadas em 1831. Mesmo assim ele encontra tempo para atuar politicamente, participando em 1830 de um levante que depôs o soberano Carlos X de França e levou ao poder o ex-chefe do escritor, o Duque d'Orléans, que reinaria com o título de  Luís Filipe de França, conhecido como Rei Cidadão. À medida que a situação política francesa vai se acalmando, com a erradicação da censura, e a crescente industrialização do país impulsionando o desenvolvimento econômico, a carreira literária de Alexandre é largamente gratificada. Ele passa a se devotar à publicação de romances e encontra na imprensa um caminho alternativo para cobrir seus gastos excessivos e sua vida excêntrica. Como nesta época, em 1838, tornava-se um hábito a mídia lançar novelas escritas em série, Alexandre converte uma de suas criações para o teatro em sua primeira série, batizada de O Capitão Paulo. O escritor começa a publicar incessantemente estes romances, assessorado por vários auxiliares, particularmente por August Maquet, criando para esse fim um estúdio que produziu inúmeras narrativas, sempre supervisionadas por ele. O ano de 1844 é um marco em sua carreira literária, pois neste ano ele lança o romance Os Três Mosqueteiros, que o torna famoso, e O Conde de Monte Cristo, que também se torna célebre. O primeiro, mescla doses de fantasia amorosa, proezas guerreiras e muito humor. O segundo, tem um cunho mais histórico e político. Ele contrai matrimônio com a atriz Ida Ferrier, em 1840, mas mantém várias relações extraconjugais, através das quais se torna pai de três filhos com outras mulheres. Um deles, batizado com seu nome, também se tornaria escritor, autor de A Dama das Camélias. Autor de pelo menos 177 livros, Alexandre vê sua sorte se reverter quando o rei é deposto, substituído por Napoleão III, que não simpatiza com ele. Não lhe resta alternativa senão deixar a França e seguir, em 1851, para Bruxelas, fugindo para não ter que pagar suas dívidas. Desta cidade ele parte para a Rússia, onde seus romances tornam-se grande sucesso. Alexandre permanece dois anos neste país antes de iniciar outras jornadas em busca de inspiração para suas obras. Participa, na Itália, do processo de unificação, depois volta para Paris em 1864. Alexandre Dumas morreu em 05 de dezembro de 1870, na cidade de Puys. Ele foi enterrado no mesmo lugar em que nasceu, no cemitério de Villers-Cotterêts. Em 2002 ele foi reconhecido postumamente pelo governo francês, sob o governo de Jacques Chirac. Seu corpo foi retirado do sepulcro, exumado e homenageado em uma cerimônia transmitida pela TV, conduzido por um cortejo até o Panteão de Paris.
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