22 de fevereiro de 2026

Um Certo Verão na Sicília, uma História de Amor - Marlena de Blasi - Desafio Literário 2026

 

 
Tema: Livro que se passe em um lugar que queira conhecer
Título: Um Certo Verão na Sicília, uma História de Amor
Autora do livro: Marlena de Blasi
Editora: Objetiva
Nº de páginas: 271
Ano de publicação no Brasil: 2009
Personagens: Tosca, Leo, Cósimo, Simona, Charlotte, Yolande, Pequena Mafalda, Ágata, etc...
 
- Quando vi a capa do livro, o que mais chamou a minha atenção foi...
Uma construção antiga e ao redor muito verde 
 
- O livro é sobre...
Um relato de não-ficção que narra a viagem da jornalista americana e autora do livro, junto ao seu marido, ao interior da Sicília em 1995. O livro foca na descoberta misteriosa Villa Donafugatta e na história de amor de Tosca Brozzi, uma proprietária local, retratando costumes, sabores e tradições sicilianas.  
 
- Eu escolhi esse livro porque...
Já queria ler há algum tempo.
 
- A leitura foi...
 De muitas descobertas e conhecimentos.
 
 - O trecho do livro que merece destaque:
 "- Eu era uma figura pirandelliana, Chou. Uma personagem à procura de um autor. À procura de uma história. Acostumada à vida estabelecida no palácio, acostumada aos sinos e aos rituais, acostumada até mesmo a que Simona selecionasse minhas roupas, que Ágata tomasse conta delas e de mim. Em 15 anos, nunca escolhi minha própria comida, nunca soube o preço de nada. Nunca preparei meu próprio banho. Nem mesmo se sei, desde quando eu tinha 15 anos e compreendi que amava o príncipe, nem sei se alguma vez tive algum pensamento completo que não o incluísse. Quando eu era uma criança de 6 anos, órfã de mãe, sabia muito mais sobre a arte de sobreviver do que com 25 anos. Houve uma época que acreditei que Leo me transformara, de uma garota, em uma mulher; mas é bem possível que a verdade seja que ele me conservou criança, embora sem essa intenção. Ele me refinou, inspirou, educou e protegeu de tal forma que, sem a presença dele para me insuflar a vida, eu morri também. Uma personagem à procura de um autor." - pág. 210.
 
- A nota que dou para o livro:
4
 
- Sobre a autora: Marlena de Blasi é autora de três livros de memórias e duas obras sobre a cozinha da Itália. Já trabalhou como chef e consultora de cozinha e vinhos. Vive na Itália.  

15 de fevereiro de 2026

Concurso Miss Nuestra Beleza Internacional

 


O concurso Nuestra Belleza Internacional era organizado por Osmel Sousa e acontecia sempre no mês de novembro na cidade de Miami, Flórida/USA. Era um dos maiores concursos latinos, tendo iniciado em 1994 e o último em 1997, que teve como representante a Miss Brasil Universo 1997, Nayla Fernanda Affonso Micherif, sem alcançar nenhuma classificação. Valéria Melo Peris, Miss Brasil Universo 1994 foi a primeira vencedora deste certame em 1994. Em 1996, a vencedora foi a Miss Paraná e Miss Brasil Universo 1996, Maria Joana Parizzoto.

5 de fevereiro de 2026

As Duas Misses Sergipe que Foram Eleitas Miss Brasil Mundo

 




Maria Isabel Avelar, em 1964, participou do Miss Brasil, quando ficou em 3° lugar. Representou o país no Miss Mundo, retornando com a 4ª colocação. Gabriela Botelho já havia participado de concursos anteriores e ficado entre as finalistas e desta vez recebeu a coroa de vencedora.

1 de fevereiro de 2026

Miss Sergipe, Gabriela Botelho é Eleita Miss Brasil Mundo 2026

 



A modelo Gabriela Botelho, de 25 anos, foi a grande vencedora do Miss Brasil Mundo 2026, realizado na noite deste sábado, 31, no Teatro Caesb, em Águas Claras, no Distrito Federal. Com a vitória, Gabriela será a representante brasileira no Miss Mundo 2026, o mais tradicional concurso de beleza internacional. O Miss Brasil Mundo contou com 25 candidatas de todas as regiões do País. O top 3 foi completado pela Miss Pará, Maria Cecília Nóbrega, e pela Miss Rio de Janeiro, Carolina Faria. Gabriela recebeu a coroa da paulista Jéssica Pedroso, vencedora da última edição.

27 de janeiro de 2026

Dezesseis Princípios Básicos da Leitura

 

1 - Todas as pessoas são iguais perante um livro;

2 - Todas as pessoas têm o direito de ler;

3 - A saber, onde quiserem e como quiserem; Umberto Eco aconselha quem precisa adquirir o hábito de ler regularmente a começar pelo banheiro. Em primeiro lugar, você estará a sós ali e, em segundo, está muito próximo de seu "eu interior". Alberto Mnaguel defende a cozinha ou o sótão, e muitos críticos de cadernos de cultura dos jornais declaram que leem obras que vão criticar sempre devidamente trajados e sentados à escrivaninha; somente leitura privada seria permitida na cama. Em princípio, a leitura é permitida em todos os lugares, mas, por mera formalidade, fica o alerta quanto a leituras em banheiras (umidade), ao cozinhar (dedos engordurados) ou em montanhas-russas (risco de perder os óculos de leitura). E deve-se notar que as lâmpadas de leitura não devem ser muito claras; os olhos leitores gostam de penumbra;

4 - Qualquer um pode pular capítulos, ler um livro várias vezes, conferir o final para ver se termina bem e ir e voltar como quiser;

5 - Nenhum livro precisa ser lido até o fim. Os esforços para se chegar lá e o sentimento de culpa associado são nobres, mas o pior é mentir descaradamente para um livro dizendo gostar dele quando já não for o caso;

6 -  Toda pessoa pode não ter desejo, necessidade ou interesse em ler (mais). Cada um tem direito à própria infelicidade e à própria felicidade;

7 - Qualquer livro pode ser lido. Ninguém precisa julgar o que o leitor está lendo;

8 - Livros próprios podem ser rabiscados, anotados, sublinhados, marcados e salpicados de migalhas;

9 - Marcadores de página estão acima de quaisquer julgamentos. Cantos de página dobrados não são expressão de um caráter reprovável. Os livros querem ser usados, tocados, absorvidos pelo cotidiano e pelo ser. Isso inclui folhas secas, tíquetes, cartões-postais, cupons e notas de dinheiro que perderam há muito a validade;

 10 - Ninguém é obrigado a elogiar livros dados de presente;

11 - Ninguém precisa falar sobre suas leituras;

12 - Livros apreciados por muitos não são apreciados por todos;

13 - Quem lê muito não vale mais do que quem lê pouco ou não lê;

14 - Críticas e resenhas dizem mais sobre o autor ou a autora da crítica ou da resenha do que sobre o livro;

15 - O que o autor ou autora quis dizer raramente tem a ver co uma interpretação feita em sala de aula;

16 - Você pode chorar, rir, ficar calado ou ficar com raiva, porque o livro é o lugar da liberdade total.

 Fonte: livro A Fantástica Farmácia Literária de Monsieur Perdu, de Nina George. Capítulo 28, págs. 244/245. 

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