Tema: Um livro que fale de outros livros ou biblioteca
Título: A Fantástica Farmácia Literária de Monsieur Perdu
Editora: Record
Nº de páginas: 307
Ano de publicação no Brasil: 2024
Personagens: Jean Perdu, Max Jordan, Catherine, Victória, Pauline, Théo, Salvo, Samy, etc.
- Quando vi a capa do livro, o que mais chamou a minha atenção foi...
A foto, de longe, da Torre Eiffel
- O livro é sobre...
O livreiro Jean
Perdu, que após se mudar para Provença, recebe um manuscrito inédito de José Saramago e precisa embarcar em uma jornada pelos canais franceses com seu barco-livraria para cumprir o último desejo do escritor, encontrando pessoas, livros e transformações em uma aventura sobre o poder curativo da literatura e dos encontros da vida.
- Eu escolhi esse livro porque...
Já queria ler a sequência do livro A Livraria Mágica de Paris.
- A leitura foi...
Leve, gostosa e muito divertida. Assim como foi a leitura do livro anterior.
- O trecho do livro que merece destaque:
"- Por que não? O que o senhor teme? Crítica? Esqueça a crítica. Ela não atua em prol dos leitores, mas, sim, para ganhar relevância. Isso a torna semelhante aos escritores, porém a crítica em si não é criativa, serve-se sempre do que já existe. Tudo depende apenas do escritor e do leitor, os dois se encontram na ponte que as palavras constituem e por um instante partilham algo em comum. Cada leitor cria um livro próprio, com o qual o autor não tem mais nada a ver, e isso é tudo o que conta. Os dois jogam palavras, ideias, um para o outro, brincam um com o outro, e, acredite em mim, Perdu, um dia serão os leitores, e não os críticos, que escreverão sobre livros e mudarão tudo. Suspeito que não viverei para ver isso acontecer. Pois então, o que recomendaria para mim, o moribundo que perece no momento em que o sonhador que me criou desperta?" - págs. 24/25.
"Seiscentos mil. Esse era o número de livros que habitavam em parte a biblioteca acima da terra, mas especialmente a subterrânea da Assemblée nationale, no palais Bourbon. E que livros: as atas dos processos contra Joana d'Arc. O manuscrito de As confissões, de Rosseau. Uma Bíblia carolíngia do ano de 850. Um códice asteca de plantas. O diário de um prático de 1512 que navegou da África à China durante oito anos. A primeira Constituição comentada por Robespíerre. Papiros inéditos de pensadoras, pensadores sobre política... Perdu contava tudo isso a Pauline no curto caminho enquanto atravessavam a ponte Alexandre III em direção ao quai d'Orsay e à biblioteca mais surpreendente e mais exclusiva da França. Ela só era aberta ao público dois dias por ano - e apenas a parte que ficava na superfície, no edifício com frontão e colunas de aspecto sacro, cujos tetos abobadados eram decorados com pinturas de Delacroix semelhantes às da Capela Sistina." - pág. 234.
- A nota que dou para o livro:
4
- Sobre a autora: Nina George trabalha como jornalista, escritora e
professora. Ela escreve thrillers, romances, artigos, contos e crônicas.
A livraria mágica de Paris permaneceu mais de um ano nas listas de
livros mais vendidos da Alemanha e foi best-seller na Itália, na
Polônia, na Holanda e nos Estados Unidos, figurando várias semanas na
listas do New York Times. Nina George é casada com o escritor Jens J.
Kramer e divide seu tempo entre Hamburgo e a Bretanha. (Informações
retiradas da contracapa do livro).


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