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20 de julho de 2022

Estados com Apenas Uma Coroa no Miss Universo Brasil

 





Com a eleição da Miss Espírito Santo, Mia Mamede no Miss Universo Brasil 2022, agora são seis os Estados brasileiros com 1 coroa no concurso. São eles:

- Celice Marques, Pará, eleita Miss Brasil 1982;

- Jacqueline Meireles, Distrito Federal, eleita Miss Brasil 1987;

- Michella Marchi, Miss Mato Grosso do Sul, eleita Miss Brasil 1998;

- Gislaine Ferreira, Miss Tocantins, eleita Miss Brasil 2003;

- Monalysa Alcântara, Miss Piauí, eleita Miss Brasil 2017;

- Mia Mamede, Miss Espírito Santo, eleita Miss Brasil 2022.

27 de março de 2022

Tipos de Lombadas

 


Existem dois tipos de lombadas: a europeia e a americana. Na europeia, o título é escrito "debaixo para cima", o que facilita a leitura quando o livro está em pé. Por outro lado, quando está em cima de uma mesa, o texto fica de cabeça para baixo. Já na lombada americana, a leitura do título é feita "de cima para baixo", o que dificulta a leitura quando o livro está em pé e facilita quando está em cima de uma mesa.

1 de julho de 2021

As Misses Eleitas em 1973

 





- Adla Maria Nagli, Miss Curitiba e Miss Paraná;

- Sandra Mara Ferreira, Miss São Paulo e Miss Brasil;

- Margarita Moran, Miss Filipinas e Miss Brasil;

- Marjorie Wallace, Miss Estados Unidos e Miss Mundo;

- Tuula Anneli Björkling, Miss Finlândia e Miss Beleza Internacional.

Mimos para Mim. Eu que Fiz.

 


Olá meus queridos amigos e amigas, tudo bem com vocês? E porque hoje é meu aniversário, venho mostrar para vocês as toalhas de rosto que bordei para mim. Abraços a todos.

15 de maio de 2019

O Antigo Concurso Miss Escandinávia

O Miss Escandinávia foi um importante concurso dedicado exclusivamente às primeiras colocadas nos certames dos países que fazem parte da região (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia). Sob o nome de Miss Norden, a sua primeira edição aconteceria em 1961 em Reykjavik, com a participação de apenas uma representante por país. A partir do ano seguinte, com a aquisição dos direitos de retransmissão por parte de uma emissora finlandesa, o concurso seria sediado em  Helsinque, e mudaria seu nome para Miss Escandinávia. A partir de então, cada país participaria do evento com duas candidatas, e certo do sucesso obtido pelas escandinavas nos concursos internacionais, principalmente suecas e finlandesas, a competição logo se tornaria extremamente popular. Todavia, com o passar dos anos, os concursos nacionais entraram em decadência, e em 2005 o Miss Escandinávia teve sua última edição. Numa derradeira tentativa de salvar o concurso, em 2007 este se associou ao Miss Baltic Sea, esperando que a inclusão dos outros seis países banhados pelo Mar Báltico (Estônia, Alemanha, Letônia, Lituânia, Polônia e Rússia), pudesse atrair novos patrocinadores. Infelizmente o empreendimento não obteve sucesso, e após uma segunda edição ambos os concursos foram definitivamente cancelados. Além da sua importância regional, o Miss Escandinávia era quase sempre a última oportunidade para as belezas locais de concluírem as suas trajetórias nos concursos vencendo um título prestigioso. Entre as vencedoras do Miss Escandinávia, cinco misses tinham anteriormente sido Top 5 no Miss Universo: Satu Östrig, Harriet Eriksson, Eva-Lena Lundgren, Louise Drevenstam e Lola Odusoga.
Satu Östrig, Miss Escandinávia 1967: tinha representado a Finlândia no Miss Universo 1966, perdendo a coroa para outra escandinava, a sueca Margareta Arvidsson. Em 1969 concorreu ao Miss Beleza Internacional, mas novamente ficou com a 2ª colocação, desta vez atrás da britânica Valerie Holmes.
Harrite Eriksson, Miss Escandinávia 1970: dando sequência ao grande sucesso das candidatas finlandesas, Harriet era considerada uma das favoritas ao título de Miss Universo 1969, mas acabou em 2º lugar, no concurso vencido pela filipina Gloria Diaz.
Eva-Lena Lundgren, Miss Escandinávia 1982: representando a Suécia, Eva tinha alcançado o 3º lugar no Miss Universo 1981, vencido pela Miss Venezuela Irene Saez.
Louise Drevenstam, Miss Escandinávia 1990: Louise ficou em 2º lugar no Miss Universo 1989, mas poderia ter vencido o quarto título para a Suécia, se não tivesse tido que enfrentar a belíssima Angela Visser.
Lola Odusoga, Miss Escandinávia 1997: No Miss Universo 1996, Lola ficaria em 3º lugar, perdendo a coroa para a Miss Venezuela Alícia Machado. Filha de mãe finlandesa e pai nigeriano, Lola se tornaria a única Miss Escandinávia negra.
Outros casos:
Kaarina Leskinen, Miss Escandinávia 1963: foi a única vencedora do título a ter obtido anteriormente um bom resultado no Miss Mundo, sendo vice da holandesa Catherina Lodders na edição de 1962.
Aino Korva, Miss Dinamarca 1963: apesar de ser a favorita ao título de Miss Universo 1963, Aino perdeu a coroa por pouco para a nossa Ieda Maria Vargas. Visto o sucesso obtido em Miami Beach, a sua vitória no Miss Mundo 1963 parecia garantida, mas para surpresa geral a coroa acabou indo para a jamaicana Carol Joan Crawford, com Aino amargando um modesto 4º lugar. No ano seguinte, como última tentativa Aino concorreu ao Miss Escandinávia, mas novamente parou a um passo do título, ficando atrás desta vez da sueca Birgitta Alverljung, que poucos meses antes curiosamente não tinha conseguido ir além das semifinais no Miss Beleza Internacional.
Virpi Miettinen, Miss Finlândia 1965: considerada a grande favorita para a coroa de Miss Universo 1965, Virpi acabou como vice da tailandesa Apasra Hongsakula. No ano seguinte muitos davam a sua vitória como certa no Miss Escandinávia, mas a coroa acabou indo para a norueguesa Elsa Brun, com Virpi ficando surpreendentemente em 3º lugar.

21 de novembro de 2018

10 Livros de Escritores Negros

Olá meus queridos amigos e amigas, tudo bem com vocês? Ontem foi o Dia da Consciência Negra e hoje vamos conhecer alguns livros de escritores negros. Mas, antes, vamos ver o que significa essa data.
O dia da Consciência Negra faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo de Palmares, que lutou para preservar o modo de vida dos africanos escravizados que conseguiam fugir da escravidão. Popularmente chamado de Zumbi dos Palmares, ele foi o último dos líderes do Quilombo dos Palmares, localizado no atual estado de Alagoas, durante o período colonial. Filho de africanos escravizados e nascido nesse quilombo, Zumbi foi educado por um sacerdote e depois retornou ao seu local de nascimento. Ali, lutou para o que o quilombo não fosse destruído pelos colonizadores que consideravam um perigo aquela reunião de negros libertos. Em 1695, com 40 anos, Zumbi foi assassinado pelo capitão Furtado de Mendonça, a mando de Domingos Jorge Velho. Foi decapitado e sua cabeça levada para Recife onde ficou exposta em praça pública.

Protagonista e narradora de Hibisco Roxo, a adolescente Kambilli mostra como a religiosidade extremamente "branca" e católica do seu pai, Eugene, famoso industrial nigeriano, inferniza e destrói lentamente a vida de toda a família . O pavor de Eugene às tradições primitivas do povo nigeriano é tamanho que chega a rejeitar o pai, contador de histórias encantador, e a irmã, professora universitária esclarecida, temendo o inferno. Mas, apesar de sua clara violência e opressão, Eugene é benfeitor dos pobres e, estranhamente, apoia o jornal mais progressista do país. Durante uma temporada na casa de sua tia, Kambilli acaba se apaixonando por um padre que é obrigado a deixar a Nigéria, por falta de segurança e de perspectiva de futuro. Enquanto narra as aventuras e desventuras de Kambilli e de sua família, o romance também apresenta um retrato contundente e original da Nigéria atual, mostrando os remanescentes invasivos da colonização tanto no próprio país, como, certamente, também no resto do continente.
Este conto épico abrange 40 anos na vida de Celie, uma mulher afro-americana que mora no Sul e que sobreviveu ao abuso e intolerância de seu pai. Depois que seu pai a casa com o degradante Sr. Albert Johnson, as coisas vão de mal a pior. Celie procura encontrar companhia em qualquer lugar que pode. Perseverante, ela mantém o sonho de um dia reencontrar sua irmã na África.
Um dos romances fundadores da moderna literatura nigeriana, o livro foi publicado originalmente em 1958, dois anos antes da Independência da Nigéria. Seu autor, Chinua Achebe, é um dos maiores escritores africanos da atualidade. A história se passa em Umuófia, a aldeia mais temida da Ibolâmdia, terra do povo ibo, e o personagem principal é o bravo lutador Okonkwo, um dos respeitáveis patriarcas da comunidade. Mas seu mundo de repente, começa a ruir.
Uma das principais vozes da literatura africana contemporânea e frequentemente cotado para receber o Prêmio Nobel de Literatura, Ngugi wa Thiong'o revisita sua infância em Sonhos em tempo de guerra, primeiro volume se suas memórias. O escritor nasceu em 1938, em uma região rural do Quênia, durante a ocupação britânica. Seu pai era polígamo e a família, formada por quatro esposas e 24 filhos, era uma comunidade que experimentava as diversas mudanças provocadas pelo colonialismo. Thiong'o mistura brincadeiras infantis e reflexões sobre o cenário político, como o hábito de contar histórias nas cabanas das mulheres de seu pai, a curiosidade de ouvir a experiência de um irmão que participou da Segunda Guerra Mundial, as brincadeiras com os filhos de donos de terra, e como essas relações mudam quando Thiong'o e seus irmãos passam a trabalhar nos campos.
Úrsula, pode ser considerado o primeiro romance de autoria negra e feminina no Brasil, além de ser o primeiro de cunho antiescravista, foi publicado 1859 na cidade de São Luís. É, também, o romance inaugural da chamada literatura afro-brasileira - entendida, aqui, como a produção literária afrodescendente que tematiza a negritude a partir de uma perspectiva própria. Organizado em vinte capítulos, pode ser dividido em quatro momentos distintos. Mas é na quarta parte, que se nota a riqueza do romance de cunho antiescravista, através de uma solidariedade particular de Maria Firmina  dos Reis para com os oprimidos, em especial as mulheres e os africanos e afrodescendentes escravizados.
O livro conta a história de um motorista de táxi e de sua fulgurante carreira como traficante de maconha. Amuyaakar Ndooy e seus quatro amigos são inseparáveis, e passam a maior parte de seu tempo fumando yamba (maconha), bebendo e filosofando sobre a vida. Depois de uma gigantesca operação policial antidroga, a yamba vira produto escasso e Amuyakar resolve se tornar sipikat (traficante de maconha), uma escolha que o levará para um caminho cheio de perigo e obstáculos de todos os tipos e que acabará mudando para sempre o destino dos cinco amigos.
Em Clara dos Anjos relata-se a história de uma pobre mulata, filha de um carteiro de subúrbio, que apesar das cautelas excessivas da família, é iludida, seduzida e, como tantas outras, desprezada, enfim, por um rapaz de condição social menos humilde do que a sua. É um a história onde se tenta pintar em cores ásperas o drama de tantas outras moças da mesma core do mesmo ambiente. O romancista procurou fazer de sua personagem uma figura apagada, de natureza "amorfa e pastosa", como se nela quisesse resumir a fatalidade que persegue tantas criaturas de sua casta: "A priori", diz, "estão condenados, e tudo e todos parecem condenar os seus esforços e os dos seus para elevar a sua condição moral e social". É claro que os traços singulares, capazes de formar um verdadeiro caráter romanesco, dando-lhe relevo próprio e nitidez hão de esbater-se aqui para melhor se ajustarem à regra genérica. E Clara dos Anjos torna-se, assim, menos uma personagem do que um argumento vivo e um elemento para a denúncia".
Nascida em Gana e criada nos Estados Unidos, a jovem Yaa Gyasi tornou-se um dos nomes mais comentados na cena literária norte-americana em 2016. Seu romance de estreia, O Caminho de Casa, recebeu resenhas estreladas dos mais importantes jornais e revistas do país, alcançou a disputada lista dos mais vendidos do The New York Times e foi incluído na prestigiosa lista dos 100 livros notáveis do ano do mesmo jornal. Com uma narrativa poderosa e envolvente que começa no século XVIII, numa tribo africana, e vai até os Estados Unidos dos dias de hoje, Yaa mostra as consequências do comércio de escravos dos dois lados do Atlântico ao acompanhar a trajetória de duas meias-irmãs desconhecidas uma da outra, e das gerações seguintes dessa linhagem separada pela escravidão.
Este romance foi escrito em memória de Stefania, a mãe da escritora, assassinada pelos hutus, durante a guerra civil de Ruanda. As lembranças de um paraíso perdido, onde Stefania era uma senhora alegre e casamenteira, que dava conselhos à moças em torno do amor e da vida matrimonial, se mesclam a imagens terríveis, como o medo constante e busca de esconderijos seguros para salvar seus filhos do extermínio.
A antologia Insubmissas Lágrimas de Mulheres é composta por 13 contos, cujas histórias têm como protagonistas mulheres negras. De dentro da cena, vozes-mulheres explicitam suas dores, anseios, temores, mas, antes e tudo revelam a imensa capacidade de se retirem do lugar do sofrimento e inventarem modos de resistência. Uma íntima fusão entre as personagens, a voz ficcional de quem apresenta essas personagens e a autora, marca o processo criativo dos textos e afirma o projeto literário de Conceição Evaristo, o de traçar uma escrevivência.

24 de outubro de 2018

Misses Universo que Participaram de Outros Concursos

Nem todas as Misses Universo venceram seus respectivos concursos nacionais logo na primeira tentativa. Além disso, antes ou depois de serem proclamadas como as representantes oficiais dos seus países no Miss Universo, algumas já tinham precedentemente participado de outro concurso internacional. Aqui vai o elenco delas:


Miss Universo 1958 - Luz Marina Zuluaga
Luz Marina concorreu ao Miss Colômbia 1957 como Miss Caldas, competição vencida por Doris Gil Santamaría, Miss Antioquia. Doris renunciaria ao titulo alguns meses depois para se casar, mas não seria substituída dado que os jurados do concurso haviam escolhido apenas a vencedora, sem especificar a classificação das demais concorrentes. Visto que o Miss Colômbia era realizado até então bienalmente, no ano seguinte o responsável local da Max Factor, um dos patrocinadores do Miss Universo, convidou Luz Marina para ser a primeira representante do país no concurso. Embora inicialmente hesitante devido ao pouco tempo disponível, Luz Marina acabou aceitando a proposta ao saber que, antes de partir para os Estados Unidos, faria um tour pela América Latina promovido pela famosa indústria cosmética, em companhia de algumas candidatas europeias do Miss Mundo 1957, entre as quais a vencedora do concurso, a finlandesa Marita Lindahl, o que lhe serviria como preparação.


Miss Universo 1959 - Akiko Kojima
Akiko concorreu uma primeira vez ao Miss Japão em 1953, onde já nessa ocasião atirou a atenção graças a sua beleza e elegância. Porém, com apenas 16 anos, Akiko não tinha a idade mínima requerida para concorrer ao Miss Universo, e acabou ficando como 2nd runner-up da mais experiente modelo Kinuko Ito, que pouco depois curiosamente alcançaria a mesma posição da sua oponente em Long Beach. Em 1958, depois de modelar por alguns anos para uma importante manufatura de tecidos, Akiko estava se preparando para concorrer novamente ao titulo nacional quando foi vítima, poucos dias antes do concurso, de um grave acidente automobilístico, tendo que ficar hospitaliza por um longo período devido as lesões sofridas. No ano seguinte, já completamente restabelecida, Akiko finalmente venceria o Miss Japão 1959.

Miss Universo 1971 - Georgina Rizk
Logo após vencer o Miss Líbano 1970, Georgina partiu para Londres para concorrer ao Miss Mundo, onde se apresentou com o nome de Georgette Rizk. A sua primeira participação em um concurso internacional se revelou um desastre, tendo sida completamente ignorada pelos jurados. Todavia, depois de uma longa preparação, no ano seguinte Georgina se tornaria a primeira árabe a vencer o Miss Universo.

Miss Universo 1974 - Amparo Muñoz
Concorrendo como Miss Costa del Sol, com apenas 19 anos Amparo seria coroada em Marbella Miss Espanha 1973. Alguns meses depois, por pouco não venceu o Miss Europa, ficando atrás apenas da holandesa Anke Maria Groot. O que inicialmente parecia ser um insucesso, acabou sendo um golpe de sorte, visto que se Amparo tivesse vencido o titulo seria obrigada a renunciar ao Miss Universo 1974.

Miss Universo 1985- Deborah Carthy-Deu
O Miss Universo não foi o primeiro concurso internacional que Deborah concorreu. Um ano antes de se tornar a Miss Porto Rico 1985, Deborah havia vencido um misterioso concurso chamado The Most Beautiful Girl in the World.

Miss Universo 1986 - Bárbara Palacios
Antes de partir para o Panamá, onde se sagraria vitoriosa, Bárbara venceu em Caracas o titulo de Miss América do Sul, na época um importante concurso que permitia avaliar as candidatas sul-americanas que em seguida concorreriam ao Miss Universo. Bárbara foi a única latina a vencer os dois concursos.

Miss Universo 1987 – Cecilia Bolocco
Após vencer o Miss Chile, Cecilia passou despercebida em Cartagena durante o Miss América do Sul, titulo conquistado pela colombiana Patricia López Ruiz. Em Singapura, apesar de ser considerada a grande favorita e ter sido eleita Miss Fotogenia, Patricia não entraria no Top 10, um fracasso provavelmente devido ao seu péssimo caráter, enquanto Cecilia venceria a competição

Miss Universo 1989 - Angela Visser
Desde o momento que Angela foi coroada Miss Holanda 1988, a sua vitória no Miss Mundo era dada como certa. Porém, para a surpresa de todos, a 11°. posição a excluiu irrevogavelmente do Top 10. Contudo, quem acabou ganhando com tal desperdício foi o Miss Universo, que no ano seguinte coroou uma das mais belas titulares da sua história.

Miss Universo 1992 - Michelle McLean
Alguns meses depois de vencer o Miss Namíbia 1991, Michelle partiu para Atlanta para concorrer ao Miss Mundo, onde como 4th runner-up daria ao país a sua primeira classificação em um concurso internacional. No ano seguinte Michelle se tornaria em Bangkok a segunda representante de um país africano a vencer o Miss Universo.

Miss Universo 1993 - Dayanara Torres
Com apenas 18 anos, Dayanara foi selecionada para concorrer em Nagasaki ao titulo de Miss Internacional 1992, onde apesar da inexperiência chegou ao Top 15. Logo em seguida, quase venceu um concurso menor, o Queen of the World, ficando em 1st runner-up. No ano seguinte, Dayanara venceria o Miss Porto Rico, tornando-se em seguida a terceira representante da ilha a ser coroada Miss Universo.

Miss Universo 1999 - Mpule Kwelagobe
Após ser coroada com apenas 17 anos Miss Botswana 1997, Mpule concorreu ao Miss Mundo, mas sem obter classificação. Em 1999, venceu a primeira edição do Miss Universo Botswana, o que lhe garantiu o direito de ser a primeira representante do seu país no concurso. Para grande surpresa do público, visto que não era considerada uma das favoritas antes do evento final, Mpule tornou-se a primeira negra africana a vencer o titulo.

Miss Universo 2000- Lara Dutta
Vencer o Megamodel India na sua natal, deu o direito a Lara Dutta de concorrer ao Miss Intercontinental 1997, um concurso realizado anualmente na ilha de Aruba, onde conquistou seu primeiro titulo internacional. No ano 2000, após vencer a coroa do Miss Femina India, Lara Dutta acabaria levando também aquela do Miss Universo.

Miss Universo 2005 - Natalie Glebova
Glebova concorreu pela primeira vez ao Miss Universo Canadá em 2004, onde teve que se contentar com o 3rd runner-up. Em seguida, Glebova partiu para a Colômbia para concorrer ao Miss Maja World, onde foi 2nd runner-up. Nos meses seguintes, com o propósito de aperfeiçoar a sua preparação para concorrer novamente ao Miss Canadá, Glebova voltaria diversas vezes à Colômbia. Curiosamente, enquanto a vencedora do titulo, Venessa Fisher, não se classificaria entre as semifinalistas em Quito, Glebova triunfaria no ano seguinte em Bangkok.

Miss Universo 2015 - Pia Wurtzbach
Pia concorreu três vezes ao Binibining Pilipinas até finalmente conquistar o título. Na primeira, em 2013, chegou perto da coroa como 1st runner-up de Ariella Arida, 3rd runner-up em seguida no Miss Universo. Um ano depois, com grande decepção parou no Top 15, provavelmente devido à sua dificuldade em se expressar perfeitamente em tagalog durante a pergunta final. A vencedora daquela edição, Mary Jean Lastimosa, chegaria ao Top 10 em Miami. Sem perder a esperança, no ano seguinte a obstinada Pia venceria enfim o Miss Filipinas, e logo em seguida o terceiro titulo de Miss Universo para o seu país.

Duas Misses Universo tinham participado precedentemente ao Miss América, mas sem levar a coroa:

Miss Universo 1954 – Miriam Stevenson
Miriam concorreu como Miss South Carolina ao Miss América 1954, mas não foi além de um modesto Top 10.

Miss Universo 1956 – Carol Morris
Como Miss Iowa, durante o Miss América 1955 Carol impressionou positivamente os jurados tocando violino na prova de talento, mas não o suficiente para ser selecionada como semifinalista.
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